Liberdade de escolha, sim ou não?! Eis a questão! Confira!

Publicado: junho 6, 2011 em Resumos das matérias!

Quebrando o tabu.

O Brasil vive uma fase de crítica, aceitação, discussão, e pressão.

Após a legalização de casamentos entre homossexuais, a população que luta por outros tipos de direitos começou a se manifestar, buscando também ser ouvidos pelo governo. Os movimentos são bastante divulgados e expandidos pelas redes sociais.

Temas antigos, como aborto, descriminalização e legalização da maconha foram tomando conta da boca do povo, que hoje luta por aquilo que acredita ser ideal.

Temos muitos exemplos destes movimentos em outros países da Europa, em que o aborto é legalizado, dando apoio às mães que se submetem a tal ação. Assim como a maconha, onde o uso é controlado, com lugares específicos para consumo e venda, tirando o poder aquisitivo dos traficantes e trazendo este dinheiro para dentro do sistema, para os cofres públicos. Em ambos os casos, também foram criados clínicas de apoio, para quem aborta uma criança, com tudo o que a paciente precisa. Assim também, as clínicas de reabilitação para viciados.

Surgiu também, o tema “Loby” no senado, onde empresários com interesses comuns, oferecem “propina” para certo lado da bancada parlamentar, tomar sua posição e favorecer em certos casos. Legalizar, vetar, ou deixar isso no “obscuro”?!

Temas como estes que levaram FHC a se posicionar sobre o tema maconha, que eu acredito que é uma decisão forte, porem correta.

O Brasil já passou da hora de começar a discutir estes assuntos, pois temos provas concretas de que uma legalização pode melhorar o combate ao tráfico.

Em um documentário chamado “quebrando o tabu”, com Bill Clinton, Jimmy Carter, Drauzio Varella, Paulo Coelho e Fernando Henrique Cardoso, eles explicam, busca exemplos, e saídas para tratar o tema THC.

Todo mundo sabe onde comprar, com quem comprar, como usar, mas o poder está na mão de quem?! Óbvio, do traficante.

Dizem que a maconha é a porta de entrada pra outras drogas, e eu lhe digo o porquê deste pensamento. Quando você compra a maconha do traficante, na mão direita ele tem seu baseado, e na outra mão, as outras drogas. Então o contato com elas, é fácil, prático e rápido.

Criando locais específicos de venda e consumo, este problema em manter contato com outras drogas, cai. Em certos países em que foi legalizado, o número de usuários de maconha diminuiu.

Na verdade, estes exemplos: de aborto, legalização da maconha, são problemas de saúde pública, pois o viciado não pode ser considerado bandido, e a mulher deve ter o direito de escolher ter o filho ou não naquele momento.

É a pessoa ter a liberdade de escolha, ou sim ou não. Não se pode prender uma pessoa com um vício como se prender fosse curar a pessoa, e nem julgar uma mãe que aborta o filho.

Quem são os dependentes?! São nossas crianças, nosso futuro que fica a mercê de tais drogas, e como controlar isto?! Colocando-os na prisão?! São pessoas que amamos, e queremos bem, curados.

Não é por legalizar, que as pessoas serão obrigadas a experimentar ou comprar, ela simplesmente vai ter uma opção de escolha, assim como cigarros e bebidas alcoólicas. Legalizando você consegue controlar o usuário, consegue conscientiza-lo.

Se ele compra a “droga” na mão de um marginal, é por que o governo não dá o suporte necessário para este usuário. Ao invés de investir em educação, conscientização, clínicas de reabilitação, o governo investe em “guerras” contra o tráfico, gastando milhões de reais por ano, e mesmo assim se compra maconha em qualquer esquina.

Poderiam deixar este combate à maconha, e focalizar em drogas mais pesadas, de poder de destruição maior.

Porque não trazer o dinheiro que vai pra mão do traficante, para os cofres públicos?!

Se álcool e cigarro têm sua política de conscientização, poderia sim se tratar da mesma forma uma erva natural. Conscientizando as pessoas.

Queremos dizer que a liberdade de escolha deve vir seguida de uma preparação do governo e conscientização da população.

Campanhas publicitárias devem ajudar a entender o assunto, a se discutir a questão entre os familiares, conhecidos, amigos, e abrir o assunto à população.

Legalizar ou não, liberdade de escolha ou não, descriminalização ou não?! Eis a questão!

É hora de discutir o tema, é hora de buscar soluções, de se manifestar e colocar em mesa tudo o que escondem de nós, é buscar saídas para os problemas que são de saúde pública e não de polícia.

Lotar nossas cadeias com pessoas doentes, dependentes, ou cuidá-las, trata-las para voltar á sociedade?

O que pensam sobre isto?!

por: João Guilherme!

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